2 de jan. de 2012


Trajetória de luta e vitória de Bianca Toledo no livro A história de um milagre, que já está a venda

Roberto Azevedo em 31/12/2011
Para o Super Gospel




A cantora e compositora evangélica Bianca Toledo, conta sua luta pela vida no livro A história de um milagre, que também se tornará filme documentário no próximo semestre. 

O livro, autobiográfico, conta sua trajetória de luta e vitória após dar a luz e ficar 52 dias em coma e 130 dias no CTI (Centro de tratamento Intensivo). 

No dia 11 de outubro de 2010, a cantora, que venceu o quadro "Usina de talentos" do "Programa Raul Gil" em 2002, deu entrada na Perinatal, de Laranjeiras (RJ), para dar à luz José Vittorio. Lá descobriu que não era sua bolsa, mas seu intestino que havia rompido, e estava com uma infecção generalizada. O bebê nasceu, foi para casa, mas ela permaneceu em coma, seguido de falência Múltipla de órgãos. 

— Minhas últimas lembranças são do obstetra dizendo: "Mãe, o seu bebê vai nascer hoje!". Quando estava em coma, tive uma série de sonhos, e quando acordei, descobri que foram situações que aconteceram. Lembro das músicas que colocaram para tocar no CTI, que profetizavam cura e libertação. Eu sonhava que estava presa, amarrada, mas era rodeada de enredos diversos e quando estas canções eram entronizadas elas me libertavam. — relembra ela, que passou por dez cirurgias no abdômen, no pulmão, traqueostomia, 300 transfusões de sangue, inúmeras bacterias hospitalares, inclusive a KPC, hemodiálise e duas paradas cardíacas, uma delas de mais de 6 minutos. 

“As pessoas não precisam ir para um leito de CTI para dar valor à vida. É uma situação terrível, mas profundamente transformadora”, declara Bianca. 

 

“Tive que reaprender a vida; aprender a andar, falar, comer... Tomei meu primeiro suco no hospital no dia em que meu filho provou a primeira papinha — lembra ela, que só pôde conhecer seu neném após 4 meses e meio quando voltou para casa: — No início, eu movimentava apenas os olhos, depois de algumas semanas movimentava uma parte dos braços e após meses podia mexer braços e pernas, ainda com muita atrofia, encurtamento e perda muscular severa. Quando tive alta sai numa cadeira de rodas, com uma bolsa de colostomia no estomago, sem cabelos e com uma pequena parcela de voz. Fiquei em casa em quarentena. Ninguém podia tocar em mim. Mas assim que José Vittorio me viu, ele sorriu. Mesmo sem poder tocá-lo, ele parecia saber quem eu era. 

Por ter superado tantas adversidades, Bianca se sente com a missão de relatar o que viveu. Membro da Igreja Batista Central da Barra, que unida às igrejas de todo o mundo promoveu uma campanha de oração por sua recuperação, a cantora lança livro, filme e prepara-se para a gravação de um próximo disco que trará a marca de tudo o que viveu. 

— Com a falência respiratória eu não conseguia respirar sozinha. Hoje eu entendo o texto bíblico que diz: "Todo ser que respira, louve ao Senhor!" 

 

Hoje Bianca ainda reabilita sua voz, fortalece sua musculatura e aguarda algumas cirurgias reparatórias. 

"Hoje o quebrantamento e a gratidão me trazem a plenitude da vida em meio às adversidades. É indescritível tudo que perdi, mas é infinitamente maior aquilo que ganhei. Glorificar a Deus em minhas fraquezas diante da contemplação da graça do Pai tem feito o poder de Cristo habitar em mim e isso me basta. " Diz Bianca. 

Hoje, ela tem testemunhado em todo Brasil e já tem agendas fora do País em 2012, levando o avivamento para lugares sedentos de esperança e fé. 

 

O livro A História de um Milagre, recém lançado foi produzido pela Editora Reino e é distribuído pelo próprio ministério de Bianca, em sua loja virtual (www.ahistoriadeummilagre.com.br) e nas igrejas onde ministra. 

O livro possui depoimentos e fotos fortes da Bianca, com Pra Fernanda Brum, Eyshila, Paulo Cesar Baruk, Rebeca Nemer e outros, orando e profetizando enquanto ela estava em coma, desenganada pela medicina. 

Familiares e amigos relatam o que viveram naqueles dias e cada depoimento emocionado mostra o cuidado de Deus e o agir do Espírito Santo. É sobrenatural. Bianca fala de sonho, de Fé, do poder da oração e de tudo o que viveu no hospital e fora dele. 

Release do livro: 

Diante da realização de seu maior sonho, um encontro com a morte. 

No momento da celebração da vida, a tragédia do desencontro. 

Seu filho nasceu e sua vida foi interrompida. 

Neste relato emocionante a autora descreve seus dias de coma, entre a vida e a morte após uma sepse, com falência múltipla dos órgão, superbactérias, longas paradas cardíacas, e os momentos pós-comas em que permaneceu lúcida no CTI aprisionada em um corpo sem vida à espera de um milagre. 

Depoimentos e fotos marcantes mostram que céus e terra foram movidos por Deus em favor da sua vida e todos foram transformados por essa história. 

O encontro com seu filho após meses de seu nascimento e sua reabilitação reaprendendo a vida nos seus mínimos detalhes nos fazem acreditar no impossível e refletir a respeito daquilo que recebemos de graça: a dádiva da vida. 

Loja Virtual no Site www.biancatoledo.com.br | www.ahistóriadeummilagre.com.br 

Livros e CDs em promoção para evangelizar e fretes baixíssimos pra todo Brasil. 
E-mail pra contato: contato@biancatoledo.com.br | lojabiancatoledo@gmail.com 

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8 de out. de 2011


Pastor é condenado a pena de morte no Irã

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Pastor e familia
Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irã por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico "Daily Mail".
Youcef Nadarkhani, 34, se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigava a se converter novamente ao islamismo. A sentença foi proferida por uma corte na província de Gilan, na cidade de Rasht.
O pastor foi detido em outubro de 2009 quando tentava registrar sua igreja na cidade. Youcef começou a questionar a supremacia dos muçulmanos para doutrinar as crianças, e acabou acusado de tentar "evangelizar" muçulmanos e de abandonar o islamismo, o que pode levar à pena de morte no país.
Sua primeira condenação aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência, nesta quinta-feira. No tribunal, o pastor disse que não tinha intenção de voltar ao islamismo, chamando sua crença anterior de "blasfêmia".
Agora, a defesa de Youcef tentará novamente recorre à Suprema Corte, pedindo a anulação da pena. O advogado de Youcef, Mohammed Ali Dadkhah acredita que tem 95% de chance de anular a sentença.  No entanto, alguns apoiadores temem que a Suprema Corte demore para analisar o pedido e o pastor seja executado nos próximos dias.
O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, comentou o caso e pediu que o Irã cancele a sentença. "Eu repudio o fato de que Youcef Nadarkhani, um líder cristão, possa ser executado por se recusar a cumprir a ordem da Suprema Corte para que ele se convertesse ao islamismo. Isso demonstra que o regime iraniano continua não respeitando o direito à liberdade religiosa".
O último cristão executado por questões religiosas no Irã foi o pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. No entanto, dezenas de iranianos que se converteram ao cristianismo foram misteriosamente assassinados nos últimos anos.
Fonte: Portal UOL.

Uma História Escrita Pelo Dedo de Deus (Thalles Roberto)






Uma História Escrita Pelo Dedo de Deus 
(Thalles Roberto) 

Lançamento: Set/2011 

Selo/Gravadora: Graça MusicRelease:

Thalles Roberto, um dos destaques do meio gospel, acaba da lançar seu novo trabalho solo, intitulado Uma História Escrita Pelo Dedo de Deus. 

O álbum é o primeiro CD/DVD ao vivo de sua carreira solo e terceiro trabalho pela gravadora Graça Music. O evento foi gravado no dia 30/7/2011, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, com um público de mais de 5.000 pessoas. 

Na direção do DVD, Alex Passos, repetindo a parceria com Marko Costa, na direção de fotografia. Na produção musical, o próprio Thalles, que conta com o apoio do produtor Jordan Macedo. O projeto visual e gráfico do CD/DVD é assinado por Marcus Castro, da Imaginar Design, que fez todos os “cliques”, tanto do making of, quanto do evento em si. 

Ao todo, o trabalho lançado em CD duplo, possui um repertório com 23 canções, entre inéditas e regravações. A noite ainda contou com três participações especiais: André Valadão, Gabriela Rocha e o pequeno Victor Aguiar, saxofonista que Thalles conheceu durante um de seus shows.

O show contou com a banda de apoio do cantor e participações especiais de músicos como o guitarrista Roger Franco e o baterista Alexandre Aposan que “fazem parte da história”, como diz o cantor Thalles. 

Nome das faixas do CD: 
Disco 1: 
01. Escrita Pelo Dedo de Deus 
02. Deus da Minha Vida 
03. Me fez Viver 
04. Arde Outra Vez 
05. Como é Bom Poder Acordar 
06. Eu Amo Você 3 
07. Eu Esolho Deus 
08. Mesmo Sem Entender 
09. Nada Além de Ti 
10. Casa do Pai 
11. Oh, Meu Irmãozinho 

Disco 2: 
01. Meu Mundo 
02. O Que Queres de Mim 
03. Quando Essa Igreja Ora 
04. Deus da Força 
05. Ele é Contigo 
06. Como Ele Sempre faz 
07. Deus Me Ama 
08. Aleluia 
09. Clareia 
10. Jesus Me Acha 
11. Esse é Que é Deus 



Fonte: Super Gospel

20 de mai. de 2011

Evangélicos tentam anular decisão do STF sobre união homoafetiva


Ana Cláudia Barros

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) começa a articular investida para tentar anular os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à união homoafetiva. O grupo está colhendo assinaturas e vai apresentar um requerimento para a convocação de uma comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados, objetivando discutir o assunto.

No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo. Conquista para o movimento gay, desconforto para os segmentos religiosos mais conservadores.

"Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo)", disse o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO). "Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição".

Na avaliação João Campos, o Supremo vem praticando um "ativismo judicial perigoso", invadindo e atropelando a competência do Legislativo.
"Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma", afirma Campos. "Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença".
Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, Campos rebate:
"Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir?", questiona Campos. "Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento".
"Kit gay"
O material do projeto 'Escola sem Homofobia', elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos religiosos.
Segundo João Campos, que participou na quarta-feira (19) da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de "kit gay":
"Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão"
O deputado afirma ainda que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:
"Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?", questiona.
Campos confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.
"A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual".
Na interpretação de João Campos, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade:
"Todos nós somos contra a violência. Isso é base, fundamento do cristianismo. Mas há dados hoje que nos preocupam. Não batem. Tem situações em que o homossexual foi vítima de uma lesão corporal, um homicídio, mas não por homofobia. Foi um desentendimento numa boate etc. Aí, colocam tudo isso numa estatística como se fosse homofobia. É como se colocássemos todos os religiosos que foram vítimas de violência num determinado mês e falássemos que a motivação foi religiosa. Há dados que indicam que os maiores algozes do homossexual são os próprios parceiro deles. Se o autor é o companheiro, certamente a motivação não é homofobia".
Vazamento
Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.
"O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça", avisa Campos.
Fonte: www.jb.com.br

19 de mai. de 2011

Semana O Brasil Para Cristo

de 21 a 27 de novembro 2011
Os principais eventos da denominação em uma semana muito especial
Em São Paulo